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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

VAN GOGH - A CONSTRUÇÃO DE UMA A-NORMALIDADE


Imagem publicada - a capa do livro Van Gogh - ou enterro no campo de trigo (escrito em frances- Van Gogh ou l'enterrement dans les blés), da escritora francesa VIVIANE FORRESTER, que abre uma outra visão sobre o pintor e sua biografia. Na capa um autoretrato famoso como um homem branco, de barba, vestindo um paleto simples e de olhar profundamente penetrante,sobre um fundo azul. Um homem indecifrável, apesar de todas as biografias ou patografias que se escrevam sobre ele. Apenas um homem que amava sem ser amado...

"La tristesse durera toujours" (em francês, "A tristeza durará para sempre" frase que marca seu último suspiro nos braços de seu irmão)

O Cão de Van Gogh é amarelo. Amarelo como os seus girassóis, como seu trigal e os corvos, como o início de seu crepúsculo em Arles. É o amarelo de uma dor profunda e inesgotável de quem se tornou o maior mito de loucura da história humana. A sua obra é transversalizada pelas idéias preconceituosas sobre os loucos, mas não sobre o seu sofrimento ou sua alienação pela Sociedade e seus a-normais.

Nunca é tarde para a construção ou desconstrução de um mito. Nunca é tarde para que a história traga novas luzes ou sombras sobre os homens. Um novo estudo sobre sua vida pode trazer um homem genial para a ''claridade'' ou para o enevoamento? como se fôsse possível obscurecer um pintor que amava a luz.

O homem "depressivo" que nasceu e logo recebeu o mesmo nome de seu avô paterno e também daquele que seria o primogênito da família, morto antes mesmo de nascer exatamente um ano antes de seu nascimento: Vincent Willen Van Gogh. Esta pode ter sido uma de suas primeiras atormentações que sedimentaram sua genialidade e vida. Eu sou o passado morto e não o futuro que a Arte me revelou.

Antonin Artaud o denominou ''o suicidado da sociedade'' em seu brilhante texto. Ele é VAN GOGH (1853-1890). O holândes que foi denominado de ''louco'', "esquizofrênico'', ''epiléptico'', "drogadicto'', "alcóolatra", "maníaco-depressivo'' e, finalmente "suicida''. Hoje ele é um dos mais utilizados exemplos pela indústria farmacêutica psiquiátrica como transtorno bipolar.

Tornou-se, como qualquer ícone ou mito, um ''brand sense'', uma peça de marketing ou de propaganda. Hoje é um símbolo de ''riqueza'' quando um Banco o torna uma ''conta para privilégiados'' clientes. Ele continua "vivo" embora sempre renovadamente suicidado pelo consumo de sua arte impressionante e pós-impressionista.

Em 29 de julho de 1890, em Auvers-sur-Oise, na França, faleceu de um agora "suposto" tiro no próprio peito. Termina nos braços de seu irmão após agonizar por dois dias dizendo: "a tristeza durará para sempre". Conforme a descrição que conhecia primeiro, em brilhante texto de Juan Antonio Vallejo-Nágera, um psiquiatra espanhol, que com seu Loucos Egrégios, escreve sobre o Crepúsculo deste artista. Ele me apresentou as Cartas a Theo, donde iniciei meus questionamentos sobre a patologização de Van Gogh. São 821 cartas que muitas vezes transpiram mais lucidez e sofrimento do que o que chamamos de loucura.

Hoje, dois escritores premiados pelo Pulitzer trazem uma nova versão que poderá mudar a visão patologizada e anorma deste mestre dos impressionistas. Segundo Steven Naifeh e Gregory White Smith em nova biografia livro "Van Gogh: The Life" (Van Gogh: A Vida, em tradução livre); para eles o pintor foi vítima de uma bala perdida de um suposto duelo de dois jovens que se vestiam de cowboys. A arma que matou Van Gogh nunca foi encontrada, eis o ponto de partida para esta pesquisa e livro destes autores.

Segundo a matéria jornalística publicada: "Nesta nova biografia, os autores escrevem ainda que a família de Van Gogh terá tentado internar o pintor, que sofria de epilepsia, num asilo. Steven Naifeh e Gregory White Smith defendem que Van Gogh viva sob grande aflição e que terá sido a mistura de sentimentos, entre a mania e a depressão, que terão provocado a sua epilepsia." Estas aflições já o haviam atormentado antes, já se expressavam em sua arte e nas cartas dirigidas ao irmão Theo, seu provedor e protetor. Para quem se lamentava que este " tenha que viver como um pobre para me sustentar''...

Era um homem que se atormentava ou era atormentado na pobreza? Ambas as situações, vivenciadas por ambos e sua família, demonstram que a época que viveu ajudou muito a sua exclusão social. Após alguns incidentes em Arlés, sul da França, escreveu para Theo: " Escrevo-lhe de plena posse de meu espírito e não como um louco; como o irmão que você conhece... Pessoas daqui enviaram ao prefeito (acho que se chama Tardieu) uma nota, com mais de 80 assinaturas apontando-me como um homem indigno de viver em liberdade ou coisa semelhante... Já estou aqui há muitos dias, debaixo de chaves, ferrolhos e guardiões, no manicômio. Se não contivesse a minha indignação, julgar-me-iam um louco furioso..."

E fala de sua espera paciente pela ''liberdade'', uma liberdade que, solitário, só conhecia com pincéis, tinta e terebentina, ao ar livre.

Ele, em pleno século das incipientes internações, continuou motivo de ''tratamentos'' posteriores, como os que foram realizados pelo médico Dr. Gachet, em Auvers-sur-Oise, a quem retratou no período em se internou "voluntariamente", após considerar em carta para Theo: "Acho que está tão doido como eu".

Em estudos posteriores sobre a vida e a obra do pintor atribui-se ao médico algumas dos seus sintomas. Dr. Gachet é retratado com uma planta em sua mão: a digitalis. A mesma que pode ter contribuído para algumas das alterações psíquicas vivenciadas como efeitos colaterais deste tratamento.

Trago, então, novas tintas para o quadro "patográfico" de Van Gogh. Primeiramente evoco, como transversalidade histórica, o fato de ser no período de maior criatividade e também de ''loucura'' de Van Gogh que se construiu, conforme Foucault, a articulação do modelo asilar. Nascem os primeiros espaços de segregação dos que, como Van Gogh, sofressem de "Loucuras".

E isso se dá exatamente como nos mostra Foucault: "...o asilo (a internação) tinha se constituido no prolongamento do modelo familiar - o asilo do século XIX funcionou com base no modelo de um micropoder próximo do que podemos chamar de poder disciplinar...- creio que podemos situá-la entre 1860-1880 - e é simplesmente a partir daí que a família pôde se tornar modelo no funcionamento da disciplina psiquiátrica, mas sobretudo pôde se tornar o horizonte e o objeto da prática psiquátrica." (pág. 153- O Poder Psiquátrico)

Reinvindico a atualização de uma construção de a-normalidade para os Van Goghs nesses tempos atuais. O que estamos assistindo, ou melhor teleolhando, é a afirmação de que na Era ou Idade Mídia todos podem ser transformados em ''a-normais''. Estamos no tempo em que um artista com TOC pode propor uma ''arrumação'' de grandes artistas e sua obras. Para que a sociedade disciplinar, de Foucault, dê passagem à Sociedade do Controle a que nos estamos acostumando, é preciso ''deixar o mundo (globalizado) mais arrumado''.

Há uma revoada de corvos políticos sobre o trigal que não poderemos modificar. As massas, seus dessaranjos e dessassosegos, teimam em se indignar com tanta necessidade de ordem e progresso à custa de muitas misérias.

Penso e repenso sobre Van Goghs nesses tempos de tantas e tamanhas movimentações da Dona Morte em busca, obssessivamente, da Ordem e do Progresso. Mata-se um ditador na Líbia enquanto, sob o mesmo solo árido e fecundo da África, alguns mercenários brincam de cowboys. Matam e violentam, quaisquer seres vivos considerados Vidas Nuas, na Somália ou outros solos que tragam sangue e petróleo misturados. Genocídios tornam-se naturais e banalizados, dizem que se constroem novas democracias, e também, por que não novos mercados. E, nesse cenário em ruínas, são pintados os quadros neo-capitalísticos.

Portanto, os que procuram um diagnóstico retrospectivo do pintor precisam estar alertas para as barbáries que se gestam nos nossos corações solitários e ações coletivas. Podemos continuar acreditando que a melhor solução para as loucuras individuais seja ainda a ''grande internação'', mas nos esquecemos de colocar antipsicóticos ou antidepressivos na ''caixa d'água'' dos que lubrificam, com miséria, guerras e fome, as máquinas de destruição.

Ainda não li o novo livro biográfico reformulador da morte de Van Gogh. Espero que o traduzam e possamos compará-lo ao texto de Viviane Forrester. Ela, na minha compreensão, já estava atravessada pela paixão das cores do holandes maldito. E será sempre um contraponto às formas de captura das biografias no nosso hipercapitalismo e pós-modernidade.

Foi ela que nos anteavisou sobre o Horror Econômico, ao afirmar que "os ricos não precisam mais dos pobres''. Uma Europa que hoje assistimos em sua derrocada econômica, e produzindo no Velho mundo as mesmas massas de desfiliados que ajudou a produzir, no passado, em nosso Novo mundo latino-americano.

Um bom exemplo, para nossa reflexão, é quando um banco espanhol nos propõe que façamos os ''investimentos Van Gogh". Eles estão trabalhando, nessa peça publicitária que: ..."têm como objetivo gerar uma reflexão nas pessoas sobre o hábito de investir, estimulando os clientes a fazê-lo sempre e de maneira certa, proporcionando mais liberdade de escolha em suas vidas e apoiando a realização de sonhos e projetos futuros, mesmo que eles ainda nem saibam exatamente quais são neste momento".

E assim poderemos um dia, bem protegidos em nossas finanças e condomínios, nos distanciarmos do mundo onde vivem somente as minorias despossuídas, os loucos de toda sorte, e todos os outros excluídos destas poupanças ou proteções financeiras. Para eles/elas, mesmo que artistas ou gênios em potencial, ficarão os viadutos, a rua, os ''abrigos'' ou o manicômio.

Retomemos, então, o cuidado e a suavidade para com os que recebem muitos rótulos ou estigmas. Os que colocamos como marginais da história, seja na arte, na política ou na filosofia, acabam retornando de suas tumbas para nos assombrar com revelações de nossas essências universais. Van Gogh ainda deve continuar sendo um nome a re-conhecer, para além de quaisquer de suas ''loucuras''.

E que se torne também um paradigma estético para uma nova ética sobre como pintar um outro mundo possível. Um planeta Terra cheio de luz, com muitos girassóis e trigais, sem os corvos macropolíticos que se alimentam de nossos escombros ou cadáveres midiatizáveis . E, então, continuo sonhando que os nossos cães, como já disse, ladrarão. E, obsoletas, por pura utopia ou sonho, nossas massas microrevolucionárias passarão.

E, nós os psiquiatras, psicanalistas, psicólogos e outros mais modernos psis, cuidaremos, com respeito, ética e muita suavidade de outras ou nossas próprias loucuras... Van Gogh descansará em seu campo de trigo...bem longe da porta giratória dos bancos e dos banqueiros. Entra-se triste e se sai sempre mais triste de lá. A TRISTEZA DURARÁ PARA SEMPRE?


copyright jorgemarciopereiradeandrade (favor citar o autor e as fontes em republicações livres pela Internet e outros meios de comunicação de massa)

Fontes sobre o texto na Internet:

Vincent van Gogh - http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincent_van_Gogh

Nova biografia- Afinal Van Gogh não se suicidou, foi vítima de uma bala perdida http://ipsilon.publico.pt/artes/texto.aspx?id=295239

Van Gogh não cometeu suicídio, revela nova biografia - http://www.correiodoestado.com.br/noticias/van-gogh-nao-cometeu-suicidio-revela-nova-biografia_128631/

Em nova campanha, Santander propõe reflexão às pessoas http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/em-nova-campanha-santander-propoe-reflexao-as-pessoas

Para deixar o mundo mais organizado, artista com TOC rearranja quadros famosos http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/arte/album-de-fotos/artista-suico-com-t-o-c-rearranja-quadros-de-pintores-famosos

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS INDICADAS -
- LOUCOS EGRÉGIOS - Juan Vallejo-Nágera - Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, RJ, 1979
- Van Gogh - O Enterro nos Campos de Trigo - Viviane Forrester , Editora LPM, Porto Alegre, RS, 1989.
- O Poder Psiquiátrico - Michel Foucault - Editora Martins Fontes, São Paulo, SP, 2006.

LEIA TAMBÉM NO BLOG -
Os Nossos Cães desColoridos - nossas ''depressões'' no Dia Mundial da Saúde Mental -
http://infoativodefnet.blogspot.com/2011/10/os-nossos-caes-descoloridos-nossas.html

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Os Desastres, os Haitis e as Serras no Hipercapitalismo


Imagem publicada - uma fotografia de um dos milhares de acampamentos de haitianos, com milhares de tendas militares ao fundo, que têm em um enorme telão a projeção de uma ''novela'', ao centro, para que possam continuar sonhando/acreditando na Sociedade do Espetáculo, e, talvez, esquecer todas as corrupções, explorações, humilhações e escravagismos a que o povo do Haiti foi e continua sendo submetido. O Haiti 01 ano após ainda é um país em ruínas, com disputas macropolíticas que determinarão quando e quem irá ''doar'' dinheiro para sua resconstrução. Um país de milhares e incontáveis mutilados e novos membros da multidão de pessoas com deficiência do mundo... E no telão vemos o rosto de uma criança negra... (Acampamento de Carradeux, New York Times)


"Todos os dons recebidos pelo homem através de seu profundo conhecimento da natureza - os progressos da sua tecnologia, de sua química, de sua medicina -, tudo aquilo que parecia poder atenuar o sofrimento humano, tendem por um espantoso paradoxo, arruinar a humanidade..."
Konrad Lorenz


Quando li pela primeira vez, há muitos anos, Civilização e Pecado de Konrad Lorenz, não tinha a idéia de seu caráter de ''futurologia ". A gente não olha para o futuro como possibilidade, principalmente quando falamos de Desastres, Calamidades, Catástrofes, ou melhor de cenários de destruição. Como Lorenz era apenas um etólogo, aliás um ramo científico por ele formulado como "um estudo científico e comparativo do comportamento instintivo e aprendido dos animais", sua visão é datada e contextualizada. Este cientista concluiu que a liberdade raramente existe sem perigo. Acrescento não há vida sem risco. Há sim a perpetuação aética de nossos "erros capitais".

Hoje, bombardeado pela incessante midiatização do sofrimento dos afogados, dos soterrados e dos desabrigados, por chuvas, represas abertas, descaso e imprevisão política, fiquei "atolado".
Fiquei me sentindo preso entre idéias de Lorenz e de Naomi Klein, cuja atualização já fiz quando escrevi sobre O Aprendizado do Desastre, há um ano atrás.

As teorias de Lorenz são fundamentadas na "análise dos processos que ameaçam o ocaso da civilização e o fim da humanidade, ditados pelas leis naturais...". Em 1973 esse cientista ganhou o Prêmio Nobel de Medicina, tendo lançado um grito de alerta sobre a urgência, já naquela época, de se preservar e conservar o Meio Ambiente para que em breve este "não se torne inadequado à sobrevivência" de seres humanos.

O que estamos fazendo com nossos ''dons"? apenas aplicando à contabilidade de uma máquina cruenta de calcular corpos soterrados? ou nossa matemática de mortos e vidas destroçadas ainda não é suficiente para a naturalização da Doutrina do Choque, com nos afirma Naomi Klein?
Para muitos a culpabilização do volume de água que os céus nos derramam é a única explicação. E aí podemos cantar que: "olha lá vai passando a procissão, eles acreditam nas coisas lá do Céu...", e apenas ''orar" ou "chorar" perante as perdas de vidas humanas e o arrasamento das cidades. Aparece, como mostram as telas, nossa solidariedade que se, potencializada coletivamente, poderá ser trasmitida para a proposta das 3 Ecologias de Guattari.

A mudança que desejamos diante dessas devastações naturalizadas é urgente. Não deveríamos esquecer de nossos semelhantes haitianos, após 1 ano de terremoto. Ainda tremem as pernas e pés desses negros e negras diante da Cólera e do abandono das promessas de reconstrução de seu país, suas casas, suas vidas.

Como podemos nos reaproximar desse Haiti Vivo que sumiu por um longo período das telas e dos noticiários, retornando quando a Dona Morte atinge mais de perto os nossos vizinhos estaduais?. Nos distanciamos, processo humano de proteção de si e dos narcisismos, de quaisquer sofrimentos intensos que atingem, primeiramente, o Outro ou os Outros.

Precisamos rever a nossa construção de uma Ecosofia e de uma Ecologia Humana. Para Lorenz: "a ecologia humana se transforma muito mais rapidamente que todos os outros seres vivos. O ritmo lhe é ditado pelo progresso de sua tecnologia, sempre acelerado e em progressão geométrica..." Para ele isso é responsável, ao modificarmos profundamente nossos meios ambientes, até mesmo por nossas ruínas das "biocenoses nas quais vive e das quais vive". Reforçamos a teoria de que criamos as condições e meios através dos quais podemos criar ou destruir a Vida, muito mais na direção de ''manipulação'' dos desastres do que na direção de outros modos ecosóficos de viver e TRANSMITIR A VIDA.

Por isso digo que não estou ''chocado" com as imagens que atolaram nos meios televisivos. Estou apenas mais consciente da urgência de analisarmos quais são os nossos "pecados", ou melhor nossas "armadilhas", que mantemos, macropoliticamente, em construção e recriação, do que chamamos, eufemisticamente, de Civilização. Seremos transmissores de Vida em 2011, insisto na pergunta?
Me interrogo: - seremos apenas os "homo homini lupus" (o Homem é o Lobo do Homem)? ou podemos, micropoliticamente, re-inventar a liberdade e a crítica, através de uma Bioética e Ecosofia de mãos dadas, desmontando as artimanhas do Hipercapitalismo, encontrarmos as saídas para um mundo sem Arcas de Noé ou Naves, "made in China" e privatizadas de 2012?

Qual é a distância (humana) entre Porto Príncipe, Itatiaia, Nova Friburgo, Concepción, Franco da Rocha, Santiago, Três Corações, Temuco, Petrópolis, Brisbane, e onde vivo? Será que terei a resposta do poderoso computador Tupã do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), instalado na cidade com nome de água cheia de força e intensidade: Cachoeira Paulista?

copyright jorgemarciopereiradeandrade (2010-2011 - favor citar o autor e as fontes em republicações livres na Internet ou outros meios de comunicação de massa)

Leia também no Blog -
O APRENDIZADO DO DESASTRE - O Hai di Ti é em qualquer lugar - http://infoativodefnet.blogspot.com/search/label/Capitalismo%20do%20Desastre

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O HAITI NÃO ERA AQUI - A Terra Queimada -
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Indicações/referências bibliográficas:
CIVILIZAÇÃO E PECADO, os oito erros capitais do Homem - Konrad Lorenz - Círculo do Livro, São Paulo, SP - 1977.
A DOUTRINA DO CHOQUE - A Ascenção do Capitalismo de Desastre - Naomi Klein - Ed. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, RJ, 2009.
AS TRÊS ECOLOGIAS - Felix Guattari - Ed. Papirus, Campinas, SP, 1990.


ARTIGO - LA VALORACIÓN ECONÓMICA DE LOS DESASTRES: UNA APROXIMACIÓN METODOLÓGICA -Dra. Ana Fernandez-Ardavín &Dra. Carmen Calderón Patier, Dra. Monserrat Cabello Muñoz y Dra. Isabel Martínez Torre-Enciso
http://www.proteccioncivil.es/es/DGPCE/Informacion_y_documentacion/catalogo/carpeta04/cd1987-2003/doc/b5/Economica/J.TecnicasS2-4.pdf