quarta-feira, 15 de maio de 2013

RETORNAR À CASA VERDE, RETROCEDER E INSTITUCIONALIZAR A LOUCURA? OU SOMOS “TODOS” LOUCOS?



Imagem publicada – uma cabeça humana dividida em áreas, com cores diferentes, representando as características que deveriam (ou segundo alguns ainda hoje em dia) compor uma unidade do cérebro com a mente, criada pela Frenologia. Segundo seu fundador, o médico austríaco Franz Gall, a mente e seu órgão físico não podem ser separados. Antecipadores de algumas descobertas das neurociências, ainda no Século XIX, os frenologistas tornaram-se os melhores cirurgiões do cérebro. Entretanto, usaram outros métodos diagnósticos e classificatórios. Através de um exame exterior da cabeça de um indivíduo, afirmavam determinar nas nossas dobras e protuberâncias cerebrais, as nossas dobras interiores da Moral, das Faculdades Intelectuais, da Benevolência, da Combatividade, da Destrutividade e outras que nos tornariam “portadores de boa saúde” física e mental. Em alguns caminhos trilhados nos EUA se aproximou da Eugenia, e constitui-se um dos primórdios dos modelos que desejam inclusive diagnosticar o grau de criminalidade possível de cada um, singularmente, pelos caroços e imperfeições de nossa calota craniana.

“Torrente de loucos.
Três dias depois, numa expansão íntima com o boticário (farmacêutico) Crispim Soares, desvendou o alienista o mistério do seu coração.
- A caridade, Sr. Soares, entra decerto no meu procedimento (hoje seria ou será o seu DSM ou a internação compulsória?), mas entra como tempero, como o sal das coisas, que é assim que interpreto o dito de S. Paulo aos coríntios: ‘ Se eu conhecer quanto se pode saber, e não tiver caridade não sou nada’. O principal nesta minha obra da Casa Verde é estudar profundamente a loucura, os seus diversos graus, classificar lhe os casos, descobrir enfim a causa do fenômeno e o remédio universal. Este é o mistério do meu coração. “Creio que com isso presto um bom serviço à humanidade...” (O Alienista – Machado de Assis, 1882).

Eis um menino que poderíamos ter tornado um “caso clássico para um tratamento clássico”. Machado de Assis era negro, pobre, gago e epiléptico. Um menino mestiço que nasceu de uma família extremamente humilde, no Morro do Livramento, uma comunidade, uma favela, no Rio de Janeiro, em 1839.

Entretanto foi, quem sabe, esta origem que lhe permitiu vislumbrar uma das mais importantes obras que criticam, em literatura, a institucionalização da Loucura. O seu Alienista, como no texto acima, desejava o que a Psiquiatria, também nascida nesse século XIX, estudar e classificar todos os quadros de anomalias mentais e psicopatias.

A evocação literária deste escritor-maior é para colocar em questionamento a atual produção de subjetividades adoecidas pelo modelo de controle, higienização, internação compulsória e falsa solução de todos os chamados transtornos mentais e os abusos de drogas.

Uma das alegações mais frequentes nas páginas de jornal, revistas, manchetes, destaques, falas apocalípticas pela TV, sobre os que são e estão nesse campo das saúdes mentais, é que ao ‘soltá-los dos hospícios, clínicas, comunidades, manicômios’, com as ditas reformas os ‘deixamos abandonados à própria sorte’... E os loucos pululam (pós-Lulam?) e poluem as nossas ruas, calçadas e embaixo dos viadutos.

Qual então será a solução se continuamos, alienistas e higienistas, buscando uma Sociedade limpa, organizada, normal, feliz, sem conflitos, sem dramas pessoais ou coletivos? Pelo olhar do personagem machadiano da Casa Verde, os Simãos Bacamartes, hoje neo-alienistas, primeiramente deveriam estar todos incluídos nos esquadrinhamentos e estatísticas sobre as loucuras. Todo mundo lá pode estar, ficar e nunca sair.

Essa é, então, a solução encontrada recentemente pela chamada ‘Bíblia da Psiquiatria’, o DSM, que indo para sua 5ª Edição, o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders ou DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, em tradução livre).

Segundo a APA (Associação Americana de Psiquiatria (American Psychiatric Association, ou APA, na sigla em inglês), os “novos diagnósticos”, resultantes do trabalho de especialistas, “...poderão impactar o diagnóstico de doenças mentais, em um momento em que, segundo estudo da Universidade de Harvard, quase metade dos americanos adultos em algum momento da vida sofrem de algum transtorno mental”.

Mas será que devemos nos incluir entre estes insanos, drogados, marginalizados, empobrecidos, excluídos e desfiliados? Quem sabe hoje o ‘mulato de Assis’ teria utilizado um ‘machado frenológico’ para criar um divisor de águas.

De um lado os habituais frequentadores da Casa Verde, inclusive todas as Câmaras, nas três ou mais esferas de poder, que lá iriam só de passagem. Nesse grupo de elite estariam os que são íntegros, de bom caráter, sem impulsividades ou compulsividades (em especial a cleptomania ou outras psicopatias corruptíveis dos bons).

Porém, dentro no outro grupo maior e mais ativo socialmente, estaríamos, nessa perspectiva, todos e todas incluídos. Os cidadãos e cidadãs, essa população inteira sem equilíbrio total das faculdades mentais.

 Uma população que tende sempre para as transgressões, para as perversões, neuroses, psicoses e outros novos quadros classificados pela DSM. Há ainda que incluir os que, parvos, cretinos, imbecis e débeis, cometem os Sui-CID-ios, ou que, na sua santa e sacrossanta debilidade mental, nem têm capacidades para tal ousadia.

Já que nosso padrão internacional, oriundo de apenas um país, onde a democracia, inclusive a racial, é ‘mentalmente perfeita’, afirma cientificamente que 50% dos seus habitantes é passível de diagnóstico psiquiátrico, quem somos nós os ‘cucarachas’ latino-americanos para contestá-los?

Lá não se praticam os mesmos atos de vandalismo, as mesmas barbaridades, as mesmas loucuras sociais. Lá não se matam pessoas com crueldade. Não cometem esse distúrbio ignóbil de atirar a esmo. Não violentam e nem discriminam negros, homossexuais, pessoas com deficiência, mulheres ou crianças. Muito menos abandonam os seus velhos e suas velhacarias. Tendem ou para angelicais ou semideuses?

 E, no nosso reinado, frenológicamente diagnosticável, da imperfeição intelectual e das qualidades mentais, esses ‘subdesenvolvidos mentais’, abaixo do Muro do México, pela visão eugênica e racista, quem sabe não são 100% enquadráveis nas novas nosologias e patologias? Somos, então, mesmo no luto ou na tristeza, passíveis do ‘remédio universal’ de Simão Bacamarte.

Resta, porém, até mesmo nos Paraísos Artificiais, nos mais ‘desenvolvidos mentalmente’, os que se colocam como os filósofos, na dúvida e no questionamento dessas tabulas rasas e desses enquadramentos. Se não o que já nos teria acontecido?

Há os que pautados pela ética e pela bioética gostam de duvidar, questionar e interrogar: "Como presidente da Força-Tarefa do DSM-IV, eu devo assumir responsabilidade parcial por essa inflação de diagnósticos. Decisões que pareciam fazer sentido foram exploradas por empresas farmacêuticas em campanhas de marketing agressivas e enganosas. Elas venderam a ideia de que problemas da vida cotidiana são na verdade doenças mentais, causadas por desequilíbrios químicos e curadas com uma pílula", diz Frances, que é professor emérito da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, e um dos maiores críticos do DSM-5.

O temos de inventar ou criar para controlar as manifestações mais recentes de cunho populacional ampliado? Como resolver as resultantes sociais e patológicas do crescente consumo de substâncias psicoativas proibidas? Como solucionar o crescente e estimulado número de pessoas que vivem em situação de rua? E os meninos e meninas que se alimentam de luz e cola, como resolver sua proliferação? Como classificar os atiradores que entram em cinemas, escolas, universidades e matam indiscriminadamente?

Aos menores quem sabe alguns dirão que cabe uma institucionalização compulsória. Afinal para que esse tal de Estatuto? ECAS não aprenderam ainda que esses seres proliferam como essas bactérias super resistentes aos antibióticos? Se aplicarmos as medidas a este infratores menores com penalizações maiores não estaremos reduzindo este número exponencial e sem controle biopolítico?

Desde o Século XVIII estamos nos aperfeiçoando, mundialmente, para que as formas de controle biopolítico e social se alicercem nas ciências e nas práticas sociais da Educação e da Saúde. No campo da saúde mental já vivemos muitos processos de hiper institucionalização e hospitalização da loucura e dos loucos.

No nosso país assistimos ou participamos de um processo de desHospitalização, ou melhor uma desinstitucionalização, que vem sendo questionadas e discutidas, principalmente pelo chamo de contra-reforma psiquiátrica. Há uma intenção de apresentar todo o processo de construção de políticas públicas de saúde mental como unicamente centradas nos Centros de Atenção Psicossocial.

Nos Caps, como uma das tecnologias possíveis, temos de cuidar intensamente da sua exclusão e seu processo de reterritorialização, principalmente nos estados mais conservadores como São Paulo. Há que promover uma intensa discussão sobre a sua transformação lenta e progressiva em novas Casas Verdes. E, mirando a desinstitucionalização, aceitar as ambiguidades que acabamos por promover junto com o Estado e os Estados.

Não são somente os Centros de Atenção que podem dar conta de tamanha população bacamartiana. São hoje e serão mais ainda pelo DSM os frequentadores cotidianos de novos mini-cômios que estão para ser construídos dentro de grandes hospitais. Veja(m) o que já escrevi sobre a reinserção e manutenção, apesar e fora da lei 10216, de Caps dentro de Hospitais.

Preciso, por força de hábito e experiências, de repetir: SAÚDE MENTAL? QUANDO INTERNAMOS OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL?

Se formos também diagnosticar quais são as mazelas de nossos equipamentos criados para substituir os modelos higienizadores, com o cuidado de autocrítica e reflexão coletiva, encontraremos em ação alguns efeitos colaterais ou repetições que nos comprometem com a visão bacamartiana.

Não fechamos as portas e os portões como no passado? Não buscamos o enquadramento dos ‘pacientes usuários’ em nossos conhecidos e velhos diagnósticos? Não lhes prescrevemos mais medicamentos?  Não centralizamos as ações dos chamados territórios em um único espaço físico? Não nos isolamos das ‘comunidades’ que nos cercam ou cerceiam?

Há muitos anos atrás quando iniciava meus caminhos na psiquiatria me indaguei das relações e origens comuns entre a Psiquiatria, a Psicanálise e a Religião. Hoje, com a recorrência de títulos das matérias sobre o novo manual DSM, tenho uma sensação de dejá vu. Não é apenas um significante que se apresenta com esta nova ‘Bíblia’ para os especialistas.

É também a recorrência e a repetição de um movimento conservador que, utilizando nossos próprios ‘diagnósticos institucionais’, nos diz que estamos falidos ou fracassados se não seguirmos um novo/velho dogma: constituir e instituir novas Casas Verdes.

Não é por simples conhecimento bíblico que Machado de Assis nos cita São Paulo. É que em seu tempo, para ele que viveu na pele a  exclusão e preconceito por sua cor e epilepsia, já se manifestavam as técnicas e métodos de cura ou de tratamento pela hospitalização.

Quando o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras nasceu, em 1839, já tinham nascido nos estertores do Século anterior os progressos da medicalização fisicalista e rigorosa, como diz Foucault, também “militante e dogmática, da sociedade, por uma conversão quase religiosa, e a implantação de um clero de terapeutas...”.

O que o alienista acreditava é uma ‘saúde da alma’. E para conquistá-la ou promovê-la a sua ciência “tem o inefável dom de curar todas as mágoas”. Como um ‘verdadeiro médico’, como já se esperava de um higienista, em sua Itaguaí, criticou a vereança pelo descaso com os dementes.

Naquele município, como muitos ainda dizem ocorrer séculos depois: “... é que cada louco furioso era trancado em uma alcova, na própria casa, e, não curado, mas descurado, até que a morte o vinda defraudar do benefício da vida; os mansos andavam à solta pela rua...”.

Nós, aqui, os habitantes da Aldeia Global, portadores da nova doença heteronômica, que abre espaço para uma nova iatrogênese (doenças causadas ou inventadas pela medicina), veremos os novos Simãos Bacamartes, pedir às autoridades dos Governos uma reforma nova desses costumes tão ruins.

Simão, no texto “machadiano“,,, pediu licença à Câmara para agasalhar e tratar no edifício que ia construir todos os loucos de Itaguaí e das demais vilas e cidades, mediante um estipêndio (hoje um financiamento governamental), que a Câmara lhe daria quando a família do enfermo o não pudesse fazer...”.

E que existam hoje os milhares de sujeitos com esquizofrenia, bipolaridade, drogadição, depressões e neuroses graves não se pode negar. Entretanto, eu aqui com minhas mazelas psíquicas e físicas, me dou o direito de não enquadrar meus lutos ou perdas em sintomas de novos estresses pós-traumáticos.

Não deixaremos de ter nossas ‘torrentes de novos loucos’. Não deixaremos de ter sofrimentos psíquicos ou dramas existenciais. Não deixaremos de ter ideações confusas, delirantes ou paranoicas, principalmente estas últimas tão em moda em alguns macropolíticos evangelizadores.

A única diferença entre nós e o alienista de Machado será apenas a de uma distância temporal e histórica? Ou estamos no retorno da Casa Verde, retrocedendo, mais uma vez, diante dos avanços, mesmo que tortuosos, que a Saúde Mental conquistou no Brasil?

Há um para além desse momento que desejamos construir? Que temores temos de fugir às padronizações e protocolos internacionais diante de nossas singulares formas de enlouquecer, neurotizar ou adoecer em verde amarelo? Nossos grandes alcoolismos são menores por não serem dependências apenas do uísque?

Podemos ir além dos Serviços Residenciais Terapêuticos, dos Caps, CapsAD, dos Centros de Convivência, dos demais equipamentos que norteiam e se consolidam como os locais substitutivos aos velhos manicômios e seus antigos portões e arquiteturas panópticas?

Recentemente foi feita uma comemoração da Luta Antimanicomial em Porto Alegre onde se propuseram, com a Arte na Rua, além das ações artísticas, também trocar em improvisados ‘consultórios’ na rua o mal-estar dos transeuntes.

Por meio do grupo de voluntários do grupo Espaço Liso, coordenado por professores da Ufrgs, um pseudo-consultório psiquiátrico foi montado no meio do Largo. Artistas e psicólogos usavam jalecos e sentados a uma mesinha realizavam consultas na hora. Os pacientes não eram convidados e mesmo assim, fizeram do espaço um dos mais requisitados da oficina. “Eu vi o pessoal da medicina aqui e sentei para conversar um pouco”, relatou Jorge A. M da S, como mais um típico brasileiro, que parou para um ‘atendimento’.

Ele, como muitos Outros, ao verem alguém com um jaleco ou identificados como médicos buscam seu número na CID 10 ou no DSM. Lá naquela rua: “Sem saber que não se tratavam de médicos ou psiquiatras, o senhor de 59 anos parou e realizou longa conversa com as ‘doutoras’. Ao final, recebeu um receituário especial que na verdade o recomendava seguir falante e animado com a vida, além de alguns pequenos chocolates coloridos, para simular medicamentos”.

Eu andante de outras ruas e outras esquinas de dúvidas lhe receitaria, como Guattari, apenas um pouco de poesia... Ou Machado de Assis.
OU seja, o Outro Jorge também sabe que, mesmo nos iludindo, somos todos a-normais. 

E uma consulta regada por arte, poesia ou fantasia talvez, sem nenhuma intenção diagnóstica ou terapêutica, possa artisticamente nos curar de nossa mais profunda aspiração: tornarmo-nos corpos perfeitos, imortais e sem nenhuma doença ou imperfeição.

Corpos e mentes irremediavelmente humanos e incuráveis, em nossa finitude e transitoriedade, pois, no fim das contas nenhum de nós é tão belo como a Angelina e nem tão puros e ungidos como o Feliz sem ano.
Até mesmo um poeta, Walt Whitman, em 16 de julho de 1849, buscou a Frenologia. A saúde, principalmente a física, era uma de suas paixões. Pela quantia de três dólares, um ‘frenólogo’, Lorenzo Fowler, “examinou a parte externa do crânio de Whitman para determinar força e a proporção de suas faculdades mentais”.

 Fowler para elogiar, após várias características descobertas pelas medidas cranianas, este ilustre frenólogo, disse sobre o poeta:” Este homem possui uma grande construção física e força para viver até uma idade avançada. Ele sem dúvida descende da raça mais rija e sadia...”.

De quem seria esse cérebro medido em suas partes apenas mais brilhantes? É o de um dos mais reverenciados poetas norte-americanos, ele escreveu as Folhas da Relva, naqueles tempos de Guerra Civil Norte-Sul, de um povo nada belicoso. Considerado, pois um dos mais sadios de seu país, pois segundo essa visão da Frenologia. Diziam “... Toda beleza vem do sangue belo e de um cérebro belo”.

Em qual gaveta ou diagnóstico fechado estaria hoje Whitman? Afinal além de poeta, vendedor de livros, jornalista, enfermeiro e profundamente humanitário, ele era homossexual. E, por essa visão distorcida de alguns psicólogos e pastores deveria, moral, evangélica e modernamente, ser submetido a algum processo de ‘cura’ de suas homem-sexualidades.

E, para os curiosos ou que leram todo o texto, o gran finale do Alienista deixo, para que os que não leram ou o conhecem pessoal e intimamente como eu, buscarem a resposta.

Copyright/left jorgemarciopereiradeandrade (favor citar o autor e as fontes em republicações livres pela Internet ou outros meios de comunicação de massa)



LEITURAS PARA CRÍTICA, REFLEXÃO E DIFUSÃO –

O ALIENISTA – MACHADO DE ASSIS – Princípio Editora, São Paulo, SP, 1993.

A EXPROPRIAÇÃO DA SAÚDE – NÊMESIS DA MEDICINA – IVAN ILLICH, Editora Nova Fronteira,

Discapacidad Intelectual inclusión y derechos (Via Internet – disponível para Dowload, em formato PDF grátis) http://www.discapacidadonline.com/discapacidad-intelectual-inclusion-y-derechos.html

O PODER PSIQUIÁTRICO – MICHEL FOUCAULT, Editora Martins Fontes, São Paulo, SP, 2006.

FONTES – 
NA INTERNET – matérias citadas ou indicadas no/pelo texto:

Nova 'Bíblia da psiquiatria' amplia lista de transtornos e gera polêmica


Movimento antimanicomial (Conheçam a História para entender a necessidade e sua implicação com esse movimento) http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_antimanicomial

O Marketing da Loucura *(VIDEO) http://www.youtube.com/watch?v=OhxqNqQDxwU

JUIZO – Documentário  de Maria Augusta Ramos – sobre jovens infratores e suas realidades - http://www.youtube.com/watch?v=EDtN2Xs_eMU


Papel no Varal traz a loucura em forma de poesia http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=147394

Arte e loucura nas ruas aproximam população da luta antimanicomial http://www.sul21.com.br/jornal/2013/05/arte-e-loucura-nas-ruas-aproximam-populacao-da-luta-antimanicomial/


LEIAM TAMBÉM NO BLOG –


O MANICÔMIO MORREU? PARA QUE O MANTEMOS VIVO EM NÓS?

SAÚDE MENTAL E DIREITOS HUMANOS COMO DESAFIO ÉTICO PARA A CIDADANIA http://infoativodefnet.blogspot.com.br/2010/06/saude-mental-e-direitos-humanos-como.html

SAÚDE MENTAL? QUANDO INTERNAMOS OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL? 

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EUGENIA – Como realizar a castração e esterilização de mulheres e homens com deficiência? 

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5 comentários:

  1. muito obrigado por ter postado esse imenso texto vai ser de grande v alia para mim

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  2. Cara "nunca" estamos sós
    Obrigado sua 'imensa' mensagem já me gratificou no sentido que dou ao ato de escrever minhas ideias e meus sonhos... O vale para você já deve estar fazendo companhia aos que se sentem solitários nessa luta antimanicomial... doceabraço jorgemárcio

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  3. Muito lúcido e poético o texto, nos faz querer nos aprofundar no assunto. Parabéns, de uma sensibilidade e profundeza científica excelente! Jenny Pompe

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  4. Cara Jenny
    Obrigado pelo incentivo à escrita sobre temas da Saúde Mental, pois sei de sua profunda implicação com o trabalho e ação na busca de caminhos nesse campo... Espero poder continuar buscando, com parcerias ensolaradas como a sua, os novos caminhos e a ruptura dos paradigmas estigmatizantes que ainda cercam os que vivem sob cuidados e tecnologias psiquiátricas... UM DOCEABRAÇO
    Jorge Marcio

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  5. https://www.facebook.com/IconoclastiaIncendiaria/videos/985637854877264/
    Por favor Jorge, meu amigo, assista esse vídeo, em forma de animação, que acabo de receber. Meu dulcetristeabraço!

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